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A carreira
A Agronomia é
resultado da aplicação da ciência do trabalho no campo. Ao combinar
conhecimentos da biologia, química e física, mais estudos específicos
sobre solo, clima, culturas e rebanhos, a atividade do engenheiro
agr6onomo cobre um terreno diversificado.
Entre outras áreas, é possível trabalhar em fazenda, empresas, indústrias
e cooperativas do setor agrícola e de produtos animais, além de
instituições financeiras que tenham negócios ligados á atividade
rural.
O profissional está preparado para assumir funções de
responsabilidade, planejando e coordenando programas para o
desenvolvimento da produção, melhor aproveitamento dos recursos
naturais e mecanização do setor.
Outra opção está no ensino e pesquisa acadêmica. A Agronomia é
uma carreira com boas perspectivas, mas que também exige especialização
contínua do profissional, em decorrência de sua divisão por setores,
como a engenharia rural e agrícola.
O mercado
É inevitável a
necessidade de modernização dos diferentes setores da produção
rural brasileira. Num País como o Brasil, de enormes regiões cultiváveis,
há muito para ser pesquisado e desenvolvido no setor, o que vem
valorizando o trabalho do engenheiro agrônomo.
Programas governamentais absorvem a maior parte dos profissionais, mas
também existem boas oportunidades em empresas privadas.
A internacionalização da economia, por sua vez, oferece novos campos
para o engenheiro agrônomo especialista em negócios de produtos agrícolas,
conhecido como agribusiness.
O curso
A duração é de cinco
anos. Trata-se de um curso exigente em seus aspectos teóricos e práticos.
As matérias de formação geral abrangem ciências do ambiente,
humanas e sociais.
Já as disciplinas de formação profissional são concentradas em
temas como climatologia, topografia, mecanização agrícola, economia
e administração rural.
É obrigatório o estágio profissional supervisionado, que deve ser
cumprido em fazendas, instituições de pesquisa ou laboratórios.
Quando formado, o engenheiro agrônomo deve obter o seu registro
profissional junto ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia (Crea).
(fonte: revista IstoÉ, especial "Roteiro do vestibulando", 2/09/98